meio-aniversário

Quando tem aniversário na escola, as professoras pedem que se mande algo prático de ser servido, como cupcakes ou doughnuts, além de refrescos em caixinha. Minha filha, que não gosta de comer nada muito doce de manhã, costumava recusar o que era oferecido nas festinhas, até que eu disse que achava antipático, e então ela passou a aceitar e trazer pra casa embrulhado num guardanapo.

Ontem, depois do almoço tardio em casa, lá pelas quatro horas (a escola termina às três), ela desembrulhou um brownie para sobremesa. "Foi aniversário?", perguntei. Ela disse que tinha sido um "meio-aniversário" - half-birthday - de um colega. "Como assim?" É que o garoto faz aniversário nas férias de julho e para ter festinha na escola comemorou os nove e meio em vez dos dez, seis meses antes.

Pedi detalhes: o Happy Birthday virou "Happy half-birthday to you" e, no final da música, quando as crianças cantam "Are you one? Are you two?" e assim por diante até chegar no número certo, terminaram perguntando "Are you nine?" Are you nine and a half?" e aí veio a gritaria de "Yays!" e "Yeahs!"

Que tal, essa?

Aproveitando o assunto aniversário, você, que não está nessa América, sabia que aqui não se bate palmas cantando os Parabéns?

Normal.

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Sempre levei comigo, dentro do avião, uma garrafinha d’água. Estando com marido e filha ou em vôo longo, duas, pra não ter que regular. Eu sei perfeitamente bem que a comissária pode me servir um copo, mas não gosto de pedir e, sobretudo, de esperar.

Agora, com as restrições de líquidos na aeronave, levo um tantinho na bolsa caso queira até passar pelo raio-x, que é quando eles jogam tudo fora. Há não muito tempo, presenciei um casal americano de origem italiana sendo obrigado a jogar no lixo vários vidros de extrato de tomate feito em casa pela mamma dele, uma pena.

Esse lance da água parece neura mas é que, entre o frio externo e a calefação que resseca o ambiente, me aparece vez por outra uma coceirinha na garganta que vai embora com um golinho rápido. Durante o vôo, hidratar-se é ótimo e no fim da viagem você não só se sente melhor mas aparenta menos acabada, também . Aliás, um bom uso para aquele sprayzinho de água termal – em embalagem menor que 100ml, não esqueça: direto no rosto duas ou três vezes até chegar ao destino é o suficiente para não apavorar a alma gentil que foi te receber.

Voltemos ao raio-x e ao saquinho zip-loc carregando as mini-embalagens dos itens mais necessários. O meu, muito simples, contém um spray de Evian, uma espuma de higienizar as mãos, um soro de nariz, um hidratante para mãos, um gloss e uma amostrinha de perfume, este sempre suave e discreto, por favor. Em viagens passadas, comprei na Container Store frascos de tamanho permitido e levei para minha filha doses de leite com chocolate bem concentrado, para misturar ao leite branco oferecido no café da manhã, mas não desta vez.

Passei então pela máquina e fui logo comprar minhas águas (inflacionadas 300%), um toddynho que praticamente saltou às mãos da minha filha como por atração magnética e dois pães de queijo, mínimos por sinal; tudo me custou uns 17 reais.

Hora do embarque. Entregues os cartões, seguimos pelo finger onde estão alinhados vários agentes de segurança e, para minha surpresa, uma série de passageiros bebendo litros e litros d’água como recém chegados do Saara. Nem as garrafas compradas ali mesmo no aeroporto estão liberadas, agora. Falei pro rapaz que aqui em NY, onde começou esta paranóia, era permitido sim entrar no avião com o que fosse adquirido depois do raio-x mas ele garantiu que aquilo seria o melhor para minha própria segurança, “imagina se alguém tiver aberto a garrafa e colocado alguma coisa ali dentro”. Então, muito solicito, perguntou se eu não queria levar as garrafas vazias, desde que eu guardasse rápido para não dar problema com os supervisores. “Opa! Quero sim!” O Toddynho ele deixou passar porque era pra “nenê”, esta quase do meu tamanho, diga-se, e certa de que está à beira da maturidade sem nem ter chegado ao dez anos ainda. Mas ela nem se incomodou porque, bem ou mal, a caixinha ficou na bolsa.

Sem nenhuma sede depois de meio litro bebido compulsoriamente, fui virando os copinhos que nos foram oferecidos até que, num piscar de olhos, as garrafinhas estavam cheias novamente. De um jeito diferente, tudo normal de novo.

a moreninha

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Voltei de viagem tão bronzeada que as bases que eu tenho em casa não estavam caindo bem. Dei uma corrida à farmácia e trouxe duas baratinhas: uma age defying Revlon, para pele normal, que achei meio fedida e uma nova da Maybelline (vamos falar meibilin em vez de meibilain?), chamada "dream liquid mousse - airbrush finish", bem boazinha num teste rápido aqui em casa.

Também da Maybelline, comprei outras bobaginhas: um expert wear bronzer na cor 20 - salsa sun, um expert wear blush na cor 40 - precious pink e um rímel chamado Lash Stiletto, cor very black.

Desta marca, só tinha antes umas máscaras (que porre o aportuguesamento 'máscara para olhos', hein?) Great Lash, em preto, marrom e incolor e lápis e gel de sombrancelha. Tudo muito bom.

Mais uma vez gostei de tudo. O blush pesseguinho é bem dia-a-dia saudável, o bronzer é ótimo pra, depois de tanta fartura de festas, dar aquela emagrecida no rosto (já que não funciona tão bem em outras partes do corpo) e o rímel, minha amiga, é o seguinte: faz tempo que não vejo meus cílios tão longos e tão curvados (sem curvex). Adorei e já está indo pra bolsa.

Agora, fala: tá achando que eu gastei uma grana? Não, meu bem! Até porque uma das minhas resoluções de ano novo é só fazer gastos conscientes (veja que fui à farmácia em vez da sessão de cosméticos da minha loja de departamentos favorita) e absolutamente necessários ("beleza é fundamental", ele disse).

Vamos à nota fiscal (todos os preços em dólar):
A base fedegosa da Revlon foi o item mais caro: 13.99. A base Maybelline, estava em promoção: de 9.39 por 5.63. O bronzer e o blush, de 5.29 por 3.17 cada um. Finalmente, o super rímel stiletto custou em promoção 5.09, sendo 8.49 regularmente.

Vendo a nota fiscal, lembrei de procurar esquecido na sacola um gloss Wet'n'wild (/uétinuaield/), que nem sequer saiu na foto. Passei mas é ardido - ele se diz energizante - e tem um aplicador meio pernóstico. Apesar da cor ser bonitinha, é bem provavel que passe adiante - 3.99 dólares mal aplicados.

produtinhos Maybelline

era gostoso meu francês

Não sei se foi ignorância ou humor mas, a legenda de uma foto que encontrei ao acaso, navegando por ai, me fez rir.
A criatura acabara de chegar a Paris e registrou seu momento no famoso "Aeroporto Chardegô".

Queridos, voltei!

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Por hora, um alozinho rápido para dizer que estou de volta a NY depois de alguns dias como eu queria: cheios de sol e mar.
Espero que todos tenham tido um ótimo período de Festas, em paz, e que estejam renovados para fazer mais um ótimo ano.
Volto logo mais, com alguns momentos das férias e do bate-perna que já rolou esta manhã pela cidade.
Para o alto e avante!

cartão escrito a mão

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em tempos de crise

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Papai Noel paramentado de super-herói para ajudar os passantes a liberar a agressividade em tempos de recessão.
Os produtores pediam que as pessoas descem socos e pontapés no coitado mas, no tempo que eu estive lá, só uma pessoa se habilitou. Por isso, ele se despencava sozinho mesmo, fazendo uma cena.

Isso foi em frente à Macy's e a música de fundo vem justamente das vitrines de Natal.

desce o pano

Entre meus traumas, um dos piores é certamente o de não ter assisitido uns certos musicais na Broadway. Eu, este ser denso e avesso a futilidades. Assim, fazendo uma Scarlett O'Hara básica, anunciei que "jamais perderei um musical novamente"! - não um que eu queira ver, claro.
Então, apesar da correira de final de ano, dos compromissos festivos, de ninguém nesta casa estar com as malas prontas ainda e de eu não ter feito 10% das compras que devem viajar naquela bagagem inacabada, comprei ingressos para dois musicais na Broadway que encerram suas apresentações em janeiro: Thirteen e Spamalot. O primeiro é para satisfazer a minha filha e não passar o trauma adiante. O segundo, sim, é para os adultos da casa.

Outro musical que está se despedindo é Hairspray, que nós aqui adoramos. É super divertido, bem-humorado e correto e só desagrada quem for muito baixo-astral. Para as apresentações finais, estão de volta Harvey Fierstein e Marissa Jaret Winokur, que são do elenco original. Se você estiver aqui até 4 de janeiro e quiser ver qual é, pode usar o código PLUM13 para comprar os ingressos online com desconto de US$25 a U$45. Lembre-se de usar o código no campo apropriado antes de efetuar o pagamento.
Thirteen - Spamalot - Hairspray - Ticketmaster (compra de ingressos)

Ano Novo na Times Square

Atendendo a pedidos (e criando juízo e atualizando o Guia) escrevi um post informativo para os corajosos que pretendem enfrentar o Ano Novo na Times Square.
Aqui

bem arranjada

Estes dias apareceu nos meus feeds alguém falando da polêmica entre um cantor que estava namorando uma nova sensação da música brasileira chamada Mallu Magalhães. Como eu nunca tinha ouvido falar na dita, procurei no youtube e ela me incomodou bem menos do que à blogueira que tinha mencionado a história. Não achei maravilhosa, mas achei espontânea, meninota meio destrambelhadinha, mas sem fazer muito tipo, bem na dela, coisa que eu gosto.
Agora há pouco abri o youtube e lá estava, entre os vídeos a mim recomendados, uma entrevista da Mallu no Jô. Ora, ora, por que não?
Logo no início do lero-lero, Jô pergunta sua idade. 15, ela diz. Em seguida, em que mês ela faz aniversário. "Agosto". Neste momento, eu pensei: "só o que faltava". E não deu outra. "Que dia?". "29".
Resumindo a ópera: além dos bem ajustados Luana Piovani, Michael Jackson e John McCain, também faz aniversário comigo a tal Mallu Magalhães, que se fosse normal não namorava o barbudão Marcelo "Anna Júlia" Camelo, 14 anos mais velho.
Deste jeito fica difícil sustentar minha imagem de pessoa sensata e equilibrada...

já foi à Bahia, Keanu? não? então vá!

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Saiu uma nota ontem no Glamurama, da Joyce Pascowitch, dizendo que o Keanu Reeves (Matrix, Speed) estaria hospedado numa pousada na Praia de Tiririca, em Itacaré, Bahia, falando Português com os locais e tomando aulas de capoeira. Se estava mesmo, as férias já acabaram.

É que ele estava hoje num programa matinal, falando sobre o filme "The day the Earth stood still" (O dia em que a Terra parou) em que representa um extraterrestre habitando um corpo humano ou algo assim. A apresentadora lê um elogio à sua performance e, tamanha a esquisitice, tive a impressão de que ele ainda não saiu do personagem por completo.

Veja como a entrevistadora teve que mudar sua atitude corporal (02:01) pra tentar chamar o olhar dele ao dela.

comer, comer

Pedi para meus hóspedes mais recentes que indicassem alguns dos restaurantes que frequentaram na cidade.
Se você vem pra cá, anote:
China Grill - sugerem o risoto vegetariano
Balthazar
Amsterdam Restaurant - sugerem o queijo de cabra flambado, acompanhado de Tequila
Sapori d'Ischia - este restaurante fica em Woodside, Queens, mas eles garantem que o Fettucini al' Antonio, preparado à mesa dentro de um queijo parmesão, vale a visita.

aceita sugestão?

A editora de estilo Bobbie Thomas, que deu a dica da sacolinha reusável publicada logo abaixo, sugeriu alguns presentes que, segundo ela, estão fazendo sucesso entre as celebridades. Abaixo, dois deles:


Os kits de beleza da Pangea Organics vêm em caixas biodegradáveis e a surpresa é que, depois de seguir alguns passos, como molhar e manter em determinada temperatura, você pode plantar a própria caixa e dentro de algum tempo - surpresa! - nasce uma árvore.


Estes cobertores e botinhas-pantufa, além de muito macios, têm aroma de baunilha e côco-limão (beige e marrom, respectivamente). Para realçar o valor spa-terapêutico eles devem ir ao microondas por uns minutinhos, ficando aquecidos e exalando o perfume.

põe na sacolinha

Já pensou em quanto papel é gasto nas Festas de Final de Ano para embrulhar os presentes?

Uma solução verde e muito simpática é colocar o mimo dentro de uma sacola de compras reusável, que pode ser reaproveitada pelo feliz presenteado.
(imagem)

As sacolas abaixo são de tecido e podem ser encontradas no site delight.com por 8.95 USD.

Quem gosta de ter opções de escolha pode procurar a baggubags.com, que tem uma grande variedade de cores. Olha só uma amostra.

Faz tempo que eu faço minhas compras usando sacolas do Whole Foods, fabricadas com garrafas plásticas recicladas, mas elas não serviriam para embrulhar presentes. Entretanto, a Container Store tem disponível sacolas do mesmo material e, estas sim, muito bonitinhas e sofisticadas, parecem até de papel de presente. Custam US$9.99, nove dólares a mais do que a dos supermercado, mas estão vestidas para festa.

Gostou da idéia? Eu também! Viva a editora de estilo que deu a dica hoje na tv.

"o senhor é um fanfarrão!"

Tem muita gente que acha que festa de final da empresa no fim de ano é sinônimo de oba oba, vale o que vier. Eu, pessoalmente, acho que qualquer festa frequentada por pessoas do círculo de trabalho merece uma boa dose de compostura. Isso porque nestes eventos existem dois elementos extremamente perigosos: a fotografia e o contador de histórias.

Outro dia estava vendo umas fotos antigas, de um grupo onde todos tinham bebido num mesmo limite, em que um sujeito resolveu, pra fazer uma graça, levantar o copo, simulando um brinde. O que aconteceu no dia vai se apagando pelos anos, mas a imagem do fanfarrão, ainda que ele não fosse, está eternizada.

O tempo vai passando, a memória de todo mundo se ocupando de outros fatos. Um belo dia o contador de histórias resolve relembrar a história do Fulano que tomou todas. Verdade ou não niguém tem certeza, mas o falador narra tudo de maneira tão envolvente, cheio de riso e entusiasmo, que leva todo mundo na dele. O Fulano pode protestar quanto quiser; a foto é a prova.

Assim, na festa de fim de ano de sua empresa, não exagere na bebida só porque é boca-livre e na hora da foto lembre-se de mim e abaixe o copo.

Bolle

Acabo de colocar no meu calendário um evento no Met...em junho do ano que vem! É que não dá pra perder o Roberto Bolle que, além de dançar como poucos, é uma maravilha de homem (e pouco me importa sua opção - o único prazer que quero dele é sua arte) .
Se você não o conhece, visite-o no flickr e no youtube. Vale muito a pena.

página virada

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Quando me cai nas mãos uma revista de moda, ela não imagina o que lhe espera. Vou desfolhando da revista todas as propagandas de papel mais grosso até que sobra meia revista, se tanto. Que horror esses encartes - o da GAP tem 12 páginas! E as tantas propagandas de perfumes, daquelas em que se abrem as abas e depois ninguém suporta os aromas misturados? E quem disse que eu quero um calendário-propaganda-de-hotel com uma modelete semi-nua de janeiro a dezembro? Depois, têm a cara-de-pau de enfiar ali no meio mil e um cartõezinhos idênticos tentando me convencer a assinar a revista. Não assino! Nem quando tirarem essa papelada inútil do meio.

Meus sais

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DSC09783Outro dia, a caminho da lojinha de vinhos onde meu marido faz suas compras, passamos meio sem querer em frente a um Whole Foods tão, mas tão, grande, que eu tive que ver qual era. Pra quem está acostumada aos apertos dos de Manhattan, aquele, que parecia um hipermercado brasileiro, era mesmo de espantar.

E à venda ali, quem diria, sal marinho brasileiro. Mais ou menos 10 dólares o quilo.
(é o primeiro branquinho à esquerda e o mais barato dos sais disponíveis)

finjo que nem ligo

brigadeiro

Costumeiramente, as sobremesas do Dia de Ação de Graças são tortas de maçã, abóbora e nóz-pecã mas, como eu não tenho problemas reinventando tradições, nossa sobremesa foi um super-bolo brigadeiro (este da foto ao lado) que deixou todo mundo enlouquecido.


Três andares de pura delícia!(devidamente instalados em nossas barrigas e culotes)

Aurélio

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Não quero aqui atingir ninguém em especial, eu juro. Não estou sendo irônica, nem sarcástica, nem me valendo de qualquer outra maldadezinha. É apenas uma dúvida que não me deixa; um questionamento cruel: Qual a necessidade de jogar palavras de idiomas estrangeiros num blog supostamente escrito em Português, quando existe uma palavra na nossa língua perfeitamente capaz de traduzir aquela usada?

Big Apple

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romero britto apple

Maçã do Romero Britto no terminal da American Airlines, JFK.

Bath and Body Works

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Fazia um tempo que não entrava numa Bath and Body Works e, para minha surpresa, não tinham disponível o sabonete deles que mais consumimos. Em compensação, sofisticaram os frascos, acrescentaram algumas fragrâncias e estão vendendo outras marcas, entre elas a coleção PINK, da Victoria's Secret, que eu não gosto, e os produtos para cabelo do Frederic Fekkai, que são maravilhosos.
O site está dando 25% de desconto, mas não envia ao Brasil. Se você vem a NY, deixe anotado e conheça a loja. Os produtos são muito bons e, como todo mundo já conhece os creminhos da Victoria's Secret, você pode ser um pouco mais original.

Arósio de festa

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Semana passada, caminhando com meus hóspedes pela Union Square, demos de cara com Ana Paula Arósio saindo da Diesel. Lindíssima, mas eu tinha certeza que ela era uma criatura imensa, e não é. É pouco mais alta do que eu; e seu o cabelo é mesmo bem cacheado. Estava acompanhada de um sujeito bem simpático mas sem mãos dadas nem nada, então não dá nem pra fazer aquela net-fofoca-hiper-cafona básica: "Ana Paula Arósio acompanhada na Union Square" ou ainda "A beldade Ana Paula Arósio em sessão de compras na Big Apple".
Uns dias depois as mesmas visitas foram ao Woodbury - eu nem fui, tá, que eu não tô mais pra isso - e ela estava lá de novo.

Quanto ao título deste post, nem comentemos, uma vez que possivelmente só eu entendi esta sacada ge-ni-al...

Filarmônica

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Filarmônica de Nova York, ontem, no Lincoln Center, regida pelo Maestro Lorin Maazel. Matinee lotada e com muitas crianças além da minha. Aculturar os rebentos, há-se de.
No programa:
Brahms - String Sextet No. 1 in B-flat major, Op. 18
J.S.Bach - Brandenburg Concert No. 1 in F major, BWV 1046
Mozart - Violin Concerto No. 5 in A major, K.219, Turkish

Por curiosidade, este indicador K.219 quer dizer que esta foi a ducentésima décima nona peça escrita por Mozart, catalogada por um sujeito chamado Kochel. O BWV 1046 é um catalogador das obras de Bach, mas não é cronológico.

Blu

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Nunca fui muito saudosa, tampouco melodramática, mas as fotos que vi de Blumenau no orkut de uma prima me deixaram com lágrimas dos olhos.
Estava informada sobre a situação catastrófica, mas as imagem são mesmo impactantes. A cidade está irreconhecível.
Blumenau é a cidade escolhida pelos Iten no Brasil, a cidade da minha mãe, lugar onde eu passei tantas férias de verão, antes de seguir pro litoral catarinense.
Minhas lembranças dali são muito antigas, desde bem menina. A mais antiga delas, a casa da Oma - um casarão alemão de madeira, com prateleiras de compotas em vidros transparentes e escadas que rangiam e me enchiam de medo.
Ainda que fisicamente distante, família e raízes estão sempre com a gente.
Os meus estão bem, mas há tanta gente precisando de ajuda!
No site da Defesa Civil de Santa Catarina há uma relação de contas correntes para doações. Por favor, colabore.

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