americanidades

sociáveis

Se você tem um conhecimento básico de inglês, reconheceu facilmente duas frases nesta foto. Em cima, à esquerda, uma ordem de "não sentar" e embaixo um aviso de que "as portas abrem para fora".

Mas, e a terceira frase? Esta é uma que nos meus vários anos de estudo de inglês no Brasil nunca havia sido mencionada. Quando cheguei aqui notei na frente de alguns prédios residenciais e comerciais uma plaquinha onde se lia "no loitering" e aprendi: loiter neste caso quer dizer ficar parado sem nenhum motivo pertinente.
Esta é uma foto que tirei da porta de um teatro na Broadway; assim, antes do espetáculo vai ter (espera-se) um grupo de pessoas em frente. Isto não é loitering, porque elas têm o propósito de entrar para ver o show. Em qualquer outro horário, ai de quem ficar parado ali! Pode acabar tendo que se explicar com as autoridades. Loitering, em alguns casos, é contravenção penal (apostas, jogos, pr.os.ti.tu.iç.ão, venda de su.bs.tâ.nc.ias ilí.ci.tas p.ex.).
Outra plaquinha que eu acho "ótima" aqui é a que diz "positively no ball playing allowed". Entendeu, né: Definitivamente proibido jogar bola! foto da placa simpática via Google
Salve simpatia!

furar o vermelho

Recebi um e-mail de uma pessoa perguntando se é verdade que você pode furar o farol vermelho se for virar à direita em NYC.
Não, na cidade de Nova York você não pode virar à direita (ou esquerda) com o farol vermelho exceto quando há uma placa indicando que é permitido. Em grande parte do país isso é, sim, permitido, e há uma placa em locais onde não é permitido.
De novo, na cidade de Nova York não é. Há uns dez dias vi uma pessoa de Ohio escapar por pouco de uma batida, quando resolveu converter à direita na Quinta Avenida furando o farol vermelho. Olho vivo.

pegue seu banquinho ...

Hoje, foi notícia a derrubada de uma rede de prostituição em Nova York. O detalhe é que o Governador do Estado foi listado como cliente. Ao lado de sua esposa, desculpou-se sem nunca assumir a culpa com todas as palavras.
Na tv, afirmações de que ele não conseguirá reerguer sua carreira política depois dessa e a expectativa de sua resignação.
Como curiosidade, os serviços prestados pelas funcionárias desta rede custavam US$5500 por hora e mais de 30 mil dólares pela noite.

creme de leite, leite condensado


Algumas imigrantes têm dificuldade em encontrar creme de leite e leite condensado e acham que só podem ser comprados em lojas ou supermercados brasileiros.
Na foto acima, tirada num supermercado não-latino em NY, creme de leite Nestlé e leite condensado, Moça (La Lechera) e Magnolia.
Creme de leite chama-se Table Cream e em algumas receitas pode ser substituído pelo Heavy Cream, que é menos consistente e vendido fresco, na geladeira de leite.

grosso e cremoso

Quando vim morar em Nova York, não havia no supermercado ítens básicos para o consumidor brasileiro, como biscoito de chocolate com recheio de chocolate (i.e. Bono), iogurte batido (Dan up, Bliss) ou, pasmem, iogurte com sabores sem polpa (Danone comum). O bom, exaltado nos comerciais de tv, era a grande quantidade de fruta no fundo do potinho.

Os biscoitos apareceram depois de uns dois anos, praticamente duas rodelas de açúcar recheadas de gordura saturada; o iogurte para beber, que também chamaram Smoothie, demorou outro tanto e tinha quase 300 calorias.

Um tempo atrás começou a Revolução das 100 calorias. Na mídia, especialistas de tudo ou coisa nenhuma divulgavam que esta era a quantidade ideal de calorias para um lanchinho, e foi a deixa para a indústria alimentícia se adaptar. Finalmente, chegaram os iogurtes para beber aceitáveis, não no sabor natural, mas de morango, morango e banana, umas outras combinações estranhas que não me agradam e - quase não acreditei! - pêssego.

Ontem, que alegria, comprei deliciosos iogurtes de morango e pêssego sem polpa, me libertando da necessidade de peneirar o iogurte. Ainda em choque, trouxe dois errados, porque a embalagem daquele com pedaço só difere do novo por uma tarja, que diz: grosso e cremoso.

Super-terça


Todo eleitor é cidadão, mas nem todo cidadão fala inglês.

Desfile dos Giants

A terça, pra muita gente, só foi super por causa do Desfile dos Giants na Broadway. Estimam que tenham aparecido 2 milhões de pessoas. Nunca vi tanta gente junta na vida!
É isso: eu estava no meio da galera. Não pra ver o time de futebol, mas porque estava tentando chegar a um outro lugar no Centro Financeiro. Mas as barreiras policiais eram tantas que, pra chegar no sudoeste, precisei primeiro caminhar sentido nordeste, completamente oposto.
Na Broadway, onde passariam os jogadores, tudo bem organizado. Mas nas paralelas, onde não havia tanto controle, uma loucura! As pessoas tomaram as ruas e os carros tiveram que parar.
Pra você ter idéia do movimento, veja algumas fotos no flickr

democratas

Estava no trem ontem e vi duas moças do time do Obama, uma delas com uma camiseta bem bacana de campanha. Nem de perto parecia aquelas camisetas horríveis de candidato brasileiro, com nome enorme e número, em cores péssimas. Essa parecia coisa de ícone político, mesmo, sendo ou não sendo. Logo me remeteu àquela imagem do Che. Imagem, eu disse. Não estou comparando ninguém, faça o favor.

Visitei os dois sites e, sem avaliar o mérito dos candidatos democratas em maior evidência, devo dizer que a lojinha do barackobama (sempre me soou uma única palavra) está muito mais interessante que a da Hillary Clinton. Não somente a loja, mais o site de maneira geral.

Na loja dele, um recado avisa que a demanda foi tanta que é preciso de 2 a 3 semanas para entregar mercadoria; na loja dela, que aliás é mais difícil de encontrar, não tem recado. E vê bem se eu vou usar camiseta dizendo que amo a Hillary... Ou qualquer outra pessoa...

Como tudo se copia, nas lojinhas de campanha não seria diferente: inspirados na campanha "Got Milk?", Obama oferece esperança e Hillary, experiência.

Mac Pro é essa?

Este casal entrou no trem na estação Quinta Avenida, certamente vindo da loja da Apple. Carregavam, sem qualquer camuflagem, um MacPro. Quem, acostumado à realidade brasileira, imagina o que é entrar em transporte público, com tranquilidade, levando um equipamento que custa aproximadamente 2800 dólares?

Grande novidade

Na tv, Oprah apresenta um programa sobre consciência ambiental; todas aquelas coisas cotidianas que podem diminuir o impacto ao meio-ambiente.
Ela pergunta: no supermercado, você deve optar por sacos de papel ou plástico? Nenhum dos dois; o correto é usar uma sacola de tecido, que pode ser utilizada continuamente. Tudo bem, não é nenhuma novidade. Mas vamos lá conituar assistindo.
A mocinha fala de produtos de limpeza. Já os conhecia do Whole Foods. Ok, também não é novidade.
Mas aí a sujeita apresenta o que pra nós, brasucas, é a maior de todas as não-novidades: PANO DE LIMPEZA!
E o pior é que a apresentadora perguntou como usar! "Ah, você usa e depois coloca na máquina de lavar e pode usar de novo." Oprah olha pra platéia fazendo cara de inteligente e diz como é uma grande idéia.
Dá até vontade de contar pra ela como em certos lugares "menos desenvolvidos" reciclamos camiseta velha do marido, saco de algodão cru e, outras coisinhas mais há muito, muito tempo.
Nesta terra, se você ainda não sabe, limpeza é feita à base de rolos e rolos de toalha de papel.

Feliz Ano Novo!

Mais um ano que começamos aqui e mais uma vez vamos contar que "não, não passamos na Times Square!" e que isso, na verdade, é uma coisa boa, ótima.

Não sei quantas pessoas já aconselhei a não cair nesta cilada e tem gente que ainda se arrisca. Tem sempre aquelas histórias do colega de trabalho que garantiu que é um programão imperdível, indescritível. Indescritível? Deixa eu te ajudar: Um bando de gente se aglomera por horas a fio, no frio e no que mais o céu mandar, pra ver, em um minuto, a bola (essa aí ao lado) cair; ouve-se New York, New York sob uma chuva de confetes; você enfrenta um engarrafamento de gente tentando chegar a algum lugar, porque, ali, a festa acabou. É isso.

Você acha mesmo que aquele colega ia dar o braço a torcer, depois de toda a grana que ele gastou na viagem, e dizer que ele se meteu na maior roubada?

Lincoln Center




Lincoln center

Originally uploaded by Luciana

Este é o New York State Theater, parte integrante do Lincoln Center, onde aguardamos o início do Balanchine's The Nutcracker. Aliás, se você quer assistir a uma tradição de Final de Ano em NY, essa é uma ótima pedida.

Dia das Bruxas, ainda


Sacola de Halloween do WholeFoods.
Fizemos bem em escolher uma bem resistente. Os lojistas foram generosos e sacolinhas de várias crianças ficaram sem alças, tamanho o peso que carregavam!

Bem educados




Bem educados

Originally uploaded by Luciana

Nos ônibus antigos, havia um aviso para não comer e beber, não fumar e não usar rádios.
Na frota nova, o aviso é um pouco diferente: não fumar, não usar rádio, não jogar lixo e não cuspir.

O aviso para não comer e beber era completamente ignorado e, pelo visto, abolir o aviso elimina a falta de respeito.
Mas o mais significativo é mesmo o aviso de não cuspir, que um dia vai ter o mesmo destino do outro.


cidade glamurosa

A TimeOut desta semana é edição especial sobre os seres novaiorquinos. Todas aquelas coisas fofinhas – esquilinhos, gatinhos, cachorrinhos – e também os ratos, camundongos, baratas, percevejos e outras tantas criaturas não-humanas que habitam a cidade, ou pior, a sua casa.

Numa das páginas, a imagem de uma barata, daquelas pequenas, instalada no canal do ouvido de algum azarado e o médico sugerindo que se durma com algodão para evitar a entrada de insetos. Melhor seria evitar a entrada de insetos nas casas, mas o pessoal por aqui não se liga muito em fechar frestas.

Lembra daquela música que falava da pulga e do percevejo fazendo festa no colchão? Pois pode aprender pra cantar por aqui: a população de bedbugs , os percevejos, está crescendo. Não tem muito tempo, uma estudante, que morava num alojamento da faculdade, apareceu toda emperebada na tv, depois de uma reação alérgica às picadas.
Houve, ano passado, uma serie de reportagens ensinando a reconhecer o inseto, que não transmite doença mas incomoda e é de difícil extermínio. Não custa dar uma olhadinha no colchão do hotel.

Mas o que eu acho mais chocante para nós, brasileiros limpinhos viciados em Pinho Sol, é a possibilidade de ter um camundongo andando pela casa. Dizem que quem nunca teve um, muito provavelmente, é porque nunca viu. Eles podem se alojar dentro das paredes, ocas, morrer por ali mesmo e ninguém perceber. Li uma vez sobre um cara que arrebentou toda a parede de sua sala para tentar identificar de onde vinha um mal cheiro e não deu outra: dois camundongos mortos!

Uma agente de turismo me contou certa vez que um de seus clientes acordou, num hotel que a brasileirada adora freqüentar, com o barulho do rato roendo o chocolate que havia deixado no criado-mudo. Aliás, a revista recomenda que não se coma na cama, porque os bichos sobem mesmo.

A revista conta um dia na vida de dois novaiorquinos que você ama odiar, um rato e um pombo, chamados “Rosie” e “the Donald”, referência mais que direta a Rosie O’Donnell e Donald Trump.

Na matéria sobre the Donald, aprendemos que a população de ratos é de 250 mil a 96 milhões, dependendo a quem se pergunte. Em cada ninhada nascem de seis a nove ratinhos e são seis a oito por ano; não precisa nem fazer a conta pra saber que é rato demais.

Eles comem o equivalente a um terço de seu peso a cada 24 horas e, com fome, podem comer sabão ou mesmo furar uma lata. Adoram morder fios elétricos e estima-se que um quarto dos incêndios de causa não identificada tenha sido causado pelo amor que têm pelos fios. Os dentes do rato marrom, mais comum na cidade, podem ser comparados a aço, sendo mais fortes que alumínio, cobre, chumbo e ferro; eles mastiguam até concreto.

Diz um especialista que os ratos fazem se.x0 até 20 vezes por dia e, em colônias só de machos, não tem nenhum problema, a estatística é a mesma.

Nada de preconceito.


Esta é uma tradução e adaptação bem livre de uma historinha real que está publicada nesta mesma revista:

“Uns anos atrás meu amigo Paul morava num apartamento no Lower East Side com seu cachorro Buster, um pequeno terrier (raça desenvolvida para caçar ratos). Durante anos, Buster pegou vários camundongos, uma porção de baratas e, ocasionalmente, um rato. Numa noite, Paul foi acordado por um barulho no banheiro. Ele se sentou na cama e olhou para Buster que já estava bem acordado e de pelos em pé. Ambos foram ver o que era. Buster já estava bem agitado; Paul o segurou e deu uma olhadinha no banheiro. Só viu água no assento do vaso sanitário e em volta, no chão. Mal sinal.

Então, atrás do vaso, Paul viu o rabo molhado de um rato do tamanho de um gato. Buster também o viu (ou cheirou) e ficou louco pra pegá-lo. Paul ficou pensando em que fazer: Chamar um exterminador? Voltar pra cama? Pegar um taco de baseball? O rato era enorme, estava ensopado com água da privada e era de dar medo. Paul olhou pro rato e pro cachorro, louco pra pegá-lo. De novo pro rato; e pro cachorro. Encolheu os ombros, deixou o cachorro entrar e fechou a porta do banheiro.

Barulho de gritos e pancadas ecoavam pelo apartamento – ele podia quase ver os dois rolando numa nuvem de fumaça, com estrelinhas pipocando como nos desenhos do Looney Tunes. Depois de cinco minutos, o barulho acalmou e Paul abriu a porta. Viu um rato ferido e um cachorro ofegante. Fechou a porta. Mais cinco minutos de barulheira e, então, o silêncio. Devagar, abriu a porta.

As paredes estava cobertas de sangue: no chão, na banheira, nas toalhas, tudo. O rato morto e o cachorro pulando, celebrando a vitória na batalha da sua vida. Por muitos dias, Buster foi o cachorro mais orgulhoso do Lower East Side. E depois de ter limpado litros de sangue de rato, Paul era o ser mais traumatizado.”

fofura

Turista americano no aeroporto em Guarulhos.
Daquele tipo que fala alto e opina sobre tudo cheio de convicção.


















Mani-Pedi

Aqui, o comum é fazer unhas e cabelos em salões separados.
As chinesas dominam o mercado de "unhas" e são especialistas nas de porcelana e pinturas decorativas belíssimas, chiquérrimas, como a da moça que me atendeu numa loja, publicada aqui.

Nada de bacia com água para pedicure: estas cadeiras tem uma mini-banheira de hidromassagem, com mangueirinha e jatos borbulhantes.

Ao final, usa-se estas máquinas com ventiladores e raios ultravioleta para secar e dar brilho.

Ao Croc elegante




A combinação terninho e tênis branco, tão clássica quanto desastrosa, está sendo melhorada com versões menos esportivas de tênis, deixando o visual menos agressivo aos olhos.

Até agora, pra minha sorte, não testemunhei o look
feminino executivo incrementado pelos Crocs mas,
depois de ter visto este homem bem alinhado e com
seu par pronto para o ataque, temo que não demore muito.










Mas era só o que nos faltava: croc combinandinho com terno. Só falta a capanga.

que bom que avisou...

Este aviso essencial pode ser lido nas lavadouras de roupas comerciais.

Não entendeu lhufas?
"NÃO coloque nenhuma pessoa nesta lavadoura"

resquícios de 4 de julho

Piscina Flutuante no Brooklyn!






Uma piscina flutuante está fazendo a festa da galera nos dias quentíssimos deste verão!
É uma barca que comporta 175 pessoas, com a infra-estrutura pertinente, onde é permitido nadar por uma hora com Manhattan como pano de fundo.
Levemente farofa, mas o visual é bacana.

informações gerais
informações sobre a piscina flutuante

Happy 4th!


© 2007 Luciana Iten

A penny a day...

Todas as manhãs, eu caminho com minha filha até a escola. Um dia, há uns dois anos, ela viu uma moedinha na calçada e eu disse que, se quisesse, poderia pegar.

Isso virou uma brincadeira nossa e passamos a recolher, nesta caminhada, as moedas que saltassem na nossa frente, sem muita procura.

Depois de um tempo guardando numas latinhas-cofrinhos, tiveram que ser acomodadas em um lugar um pouco maior. Veio o primeiro vaso e, depois, o segundo. Este ano letivo se encerrou e, antes que eu tivesse que comprar um terceiro, fomos trocar o dinheiro.

Logo que chegamos ao Commerce Bank, perguntei à recepcionista onde estava a máquina e ela, mesmo sabendo que eu não era cliente, me atendeu super bem. Logo estávamos com nosso recibo impresso e fomos ao caixa trocá-lo por dinheiro: US$145,41. Nada mal.

Não vou trocar de banco, mas vou contar por aí a ótima impressão que tive de lá. Os atendentes em que reparei tinham fisionomia simpática e representavam diversas etnias; vi até mesmo uma indiana e uma muçulmana vestidas característicamente. Na saída, reparei que, no espaço entre a porta da rua e a da entrada efetiva do banco, onde estão os caixas de auto-atendimento, há potinhos de água para cachorros, onde se lê que aquele é um dog-friendly bank.

Pendura

Olha que barato o novo acessório do banheiro da loja da American Girl na Quinta Avenida: um cabide para bonecas! Não faz um sentido total?

A criança, que geralmente leva a sua boneca para escolher novas roupas e acessórios, ir ao cabeleireiro ou hospital, precisa mesmo de um lugar para apoiar sua filha na cabine.

Estas bonecas, que não são novidade, são vendidas como personagens, com nome, figurino, 'biografia', ou na coleção Just like me, como estas da foto abaixo, que a menina escolhe para se parecer com ela. Além de muitos apetrechos, também é possível comprar roupas idênticas para a menina e a boneca.

de todo papo furado se aproveita alguma coisa

Num canal de notícias de celebridades brasileiras, descobri que o Marcelo Serrado estava com uma camiseta rasgada num evento. O site recomenda ao ator, que é separado, que encontre uma boa lavadeira que não estrague suas roupas.

Eu achei o fim, não apenas pela intrusão mas principalmente pela desinformação da pessoa que escreveu. Rasgado, por estas bandas, custa mais caro.

Todo mundo sabe disso, inclusive o Dan Perjovschi, que eterniza temporariamente* o fato na mostra WHAT HAPPENED TO US? 2007.

E ai é que vem a parte que se aproveita deste post: procurando a prova do que acabo de dizer, encontrei o canal do MoMA no youtube, cheio de coisa interessante.

Pra começar, você pode ver, nas duas janelas abaixo, o nascimento da exposição supra-citada e conhecer seu criador, uma figuraça.



No mais, estou tirando férias dos canais de fofoca, porque não suporto mais ler as expressões "pagar peitinho" e "ficar de boa".

*"uma exposição temporária com caneta permanente", diz o artista em um dos videos

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